Chevrolet Cobalt

Análise Completa – Chevrolet Cobalt

jun 7 • + Avaliações • 7080 Visualizações • Nenhum Comentário

O Chevrolet Cobalt é a nova sensação da Montadora.

O sedã compacto-médio da Gm chegou com a intenção de atender a nova classe C brasileira, em destaque um espaço interno generoso, porta-malas com grande volume e um ótimo conteúdo nos seus equipamentos.

O Chevrolet Cobalt trouxe a mesma linhagem de estilo usada pela Gm em todo o planeta, representado sempre pela grade cortada por um friso e a famosa gravata dourada.

Mesmo assim achamos os faróis exagerados demais que se destaca no seu conjunto, com certeza a GM poderia ter um conjunto menor na mesma eficiência.

O Chevrolet Cobalt agrada esteticamente nas suas lanternas traseiras inspiradas em escapamento de motos e o desenho das rodas.

Interior Coblat

Internamente o Chevrolet Cobalt tem um grande espaço para motorista e passageiros com destaque para a parte traseira. Dois adultos de 1,80 podem sentar-se na frente e atrás ao mesmo tempo com total conforto, quem vai atrás mesmo com 1,89 metros, não bate a cabeça no teto.

Tudo isso graças a plataforma que tem 2,62 metros e apresenta o espaço interno maior que o seu irmão mais velho Cruze, inclusive também o porta-malas. O Cobalt tem 4,47 metros de comprimento e 1,73 metros de largura.

O painel tem duas linhas de expressão que já vimos em outros carros globais da GM, apresentando um bom aspecto. O volante e as alavancas são semelhantes aos do Cruze e também causam ótima impressão.

O painel tem desenho interessante, mas para um carro com estilo conservador é o ideal. Mesmo assim, tem fácil visualização e é fácil de manusear as informações no display digital. A inspiração desse novo painel veio das motos. A iluminação Ice Blue é feita por LED.

O console parece ser antiquado porém o sistema de áudio 2din é bastante completo e conta com o sistema Bluetooth. Ao lado dos freios de estacionamento tem porta-copos, para ser sincero há mais de 18 porta-objetos espalhados no interior incluindo dois porta-garrafas.

O interior do Cobalt destrói o Agile, com matérias de melhor impressão visual e toque, bem como encaixes mais bem feitos e sem rebarbas aparentes.

Os bancos do Chevrolet Cobalt são super confortáveis, as portas possuem desenho harmônico, embora com muito plástico, deixando apenas uma pequena parte forra em tecido. As maçanetas são cromadas e podem ser travadas individualmente ou através de comando do painel.

O que falta no Chevrolet Cobalt LTZ (Top de linha) é ainda não traz luzes de leitura, abertura interna do bocal do tanque, espelho no para-sol do lado do motorista e comandos de áudio no volante.

Porém o segundo item será recompensando na chegada da versão LTZ automática, daqui 4 meses. A diferença será o volante revestido em couro com comando de áudio e telefonia. Há ainda abertura da tampa do porta-malas através da chave, que é do tipo canivete.

O porta-malas do Chevrolet Cobalt é um dos maiores destaques, com 563 litros, o volume interno é enorme, podendo acomodar tranquilamente a bagagem de uma família de cinto membros adultos.

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  • O que o Chevrolet Cobalt oferece?

O Chevrolet Cobalt tem três versões a LS, LT e LTZ. Disponível apenas com o motor 1.4 EconoFlex, o modelo chega 102 cv com etanol e 97 cv com gasolina. Cobalt vem com cinco marchas e a velocidade final é de 170km/h.

Seu empenho de 0 a 100 km/h demora 11,5 segundos com etanol e 11,9 com gasolina. Na versão automática o Cobalt tem seis velocidades, contando com trocas manuais em um botão ao lado da alavanca.

A GM propôs para o Cobalt um diferencial, ele já nasce com vários itens de série. A versão LS traz rodas de aço aro 15 (calota) com pneus 195/65 R15, ar condicionado, direção hidráulica, banco traseiro bipartido, desembaçador traseiro, chave canivete com controle remoto para travas elétricas das portas e do porta-malas, regulagens de altura para assento do motorista e apoios de cabeça.

A Versão LS está saindo por R$39.980. Depois, segue a LT que custa R$ 43.780. Esta entrega a mais freios ABS com EDB, airbag duplo, coluna de direção regulável, alarme, vidros dianteiros elétricos, grade cromada, novo tecido dos bancos e painel em dois tons.

Já a top de linha LTZ custa R$45.980 e entrega rodas de liga leve aro 15, maçanetas das portas e botões do ar condicionado cromados, faróis de neblina, rádio AM/FM/CD/USB, barra cromada na traseira, computador de bordo, Bluetooth, vidros traseiros e retrovisores elétricos.

O modelo que ainda não está disponível é a versão 1.8 LTZ automática, que apresenta rodas com novo desenho e acabamento dos bancos em veludo. Preço? Façam suas apostas pois a GM está oferecendo três anos de garantia.

Tudo isso é o que a Chevrolet diz sobre o Cobalt, agora iremos fazer a Análise do GT-Zero:

Logo na entrada no Chevrolet Cobalt, você fica surpreso com o imenso espaço interno, ao fechar a porta o ruído não foi agradável, na verdade é um ruído seco assim como o Cruze.

Chevrolet Cobalt - Lateral

O conforto em dirigir é ótimo, o banco de tecido macio e espuma firme veste bem no corpo do condutor, que até nas curvas mais fechadas o corpo se manteve bem apoiado no assento.

O volante tem boa empunhadura e os comandos são óbvios fácil de manusear, com os conta giros analógico como destaque, O velocímetro digital e o computador de bordo não apresentam nenhuma dificuldade em sua leitura.

A alavanca de mudanças está em boa posição e seu acionamento é suave e preciso, deixando o motorista a vontade para usar e abusar. A visibilidade externa é boa para todos os lados, sendo naturalmente mais limitada atrás. Os pedais estão em uma ótima posição.

O silêncio a bordo é confortável, deixando pouco do ruído do motor invadir o interior.

A direção hidráulica é confortável e responde muito bem, como os freios também apresentam boas reações, mesmo em frenagem de emergência.

A estabilidade? Ótima, também o Chevrolet Cobalt vem com largos pneus 195/65 R15. Eles também proporcionam menor consumo (segundo a GM) e também conforto.

A suspensão absorve um ótimo impacto, porém seu ruído deixa a desejar.

O motor é 1.4 EconoFlex, responde bem conduzindo tranquilamente, ou mesmo quando se exige um pouco mais. O problema é a subida onde é necessário reduzir duas marchas para se conseguir um bom desempenho.

 

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