19 setembro, 2020
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O Dodge Charger 426 Hemi de 1968 é o 4º carro mais rápido dos anos 1960.

Mas antes de falar desse modelo específico, vamos conhecer um pouco de sua história.

Um pouco de história

No início dos anos 60 as montadoras norte americanas exploravam novas idéias nos segmentos de carros de luxo e especiais. A Chrysler, que entrou rapidamente no mercado de carros especiais, selecionou a Dodge, uma de suas diviões, para entrar no mercado com um carro esportivo de tamanho médio (B). Um modelo intermediário entre o Ford Pony e o Ford Thunderbird. 

A intenção era criar uma aparência de fastback enquanto compartilhava o máximo possível de hardware da empresa. O Charger chegou ao mercado em 1966, e estabeleceu um padrão de design para automóveis no estilo fastback de porte médio.

Novo design

Em 1968 o modelo foi redesenhado, já na segunda geração. Os esforços da primeira geração para parecer um pouco chique foram abandonados, agora com curvas nos pára-lamas dianteiros e nos painéis traseiros. 

O Charger manteve sua grade frontal grande com os faróis ocultos. As antigas lanternas traseiras grandes foram substituídas por duas unidades circulares.

Até as opções de motor do modelo acabaram sendo reduzidas. O V8 big block 318 cu de 5,2 L , foi substituído pelo 225 cu básico de 3,7 L.

Um novo pacote de alto desempenho foi adicionado, o RT. O modelo veio de fábrica com o motor 440 “Magnum” do ano anterior e com o 426 Hemi opcional.

O 4º carro mais rápido dos anos 1960

Dodge Charger 426 Hemi 1968

O quarto dos carros mais rápidos da década de 1960 era o Dodge Charger 426 Hemi de 1968.

Possuía um motor V8 de 5,2 a 7,2 litros que geravam aproximadamente 425 cavalos de potência. Câmbio manual de 3 ou 4 marchas e automático de 3 velocidades.

O Dodge Charger 426 Hemi ia de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e chegava a uma velocidade máxima de 250 km/h.

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Me chamo Luís Felipe Risso. Sou formado em administração pela PUC-SP e pós graduado na FGV. Apaixonado por carros antigos, tenho o sonho realizado de trabalhar no meio do antigomobilismo.

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